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Hiperprolactinemia

Hiperprolactinemia é a alteração endocrinológica mais comum que ocorre no sistema nervoso central e é uma causa frequente de infertilidade, sendo mais comum no sexo feminino.


Em situações fisiológicas, é normal a elevação da prolactina durante a gravidez e amamentação. Entretanto, pode ocorrer hiperprolactinemia devido ao uso de contraceptivos com estrógeno, medicamentos antidepressivos, dentre outros. Além disso, algumas doenças também cursam com aumento da prolactina:


  • • Tumores da hipófise e do hipotálamo;
  • • Doenças endocrinológicas, como a síndrome dos ovários policísticos, o hipotireoidismo descompensado e a deficiência de cortisol;
  • • Lesões da parede do tórax (traumas e cirurgia das mamas).

Cabe ao endocrinologista realizar o diagnóstico diferencial entre as várias causas de hiperprolactinemia.

Nos casos de tumores benignos (adenomas) de hipófise produtores de prolactina, o tratamento de escolha é feito com comprimidos, ou seja, não depende de cirurgia.


Acromegalia

Acromegalia é o nome dado à doença causada pelo excesso de hormônio do crescimento. Acredita-se que sejam diagnosticados cerca de 650 casos novos no Brasil, ou seja, é uma doença relativamente incomum.

A acromegalia é causada na grande maioria dos casos por tumores benignos (adenomas) de hipófise que secretam uma quantidade excessiva de hormônio do crescimento. Entretanto, ultimamente, muitos indivíduos têm desenvolvido a doença pela utilização do hormônio do crescimento de forma indiscriminada.


Os principais sinais e sintomas da acromegalia são:


  • • Aumento das extremidades, ou seja, das mãos, dos pés, das orelhas e do nariz;
  • • Deformidades ósseas da face, como o aumento do tamanho da mandíbula;
  • • Dores articulares generalizadas;
  • • Aumento da sudorese;
  • • Cansaço e fadiga;
  • • Diabetes tipo 2;
  • • Aumento de triglicérides;
  • • Apneia obstrutiva do sono;
  • • Síndrome do túnel do carpo;
  • • Pólipos intestinais;
  • • Dores de cabeça.

Geralmente, o tratamento para o controle do adenoma hipofisário consiste na combinação de medicamentos, cirurgia e, apesar dos adenomas serem de natureza benigna, a radioterapia tem papel importante na sua redução.


Hipopituitarismo


Hipopituitarismo corresponde à falta da produção hipofisária de um determinado hormônio e as suas principais causas são: tumores do sistema nervoso central (SNC), cirurgias, traumatismos crânio-encefálicos, doenças cerebrovasculares (“derrames”), infecções no SNC, defeitos genéticos e doenças de depósito, como a hemocromatose (depósito excessivo de ferro no organismo).


Os hormônios produzidos pela hipófise são:


  • • Hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), que atua nas suprarrenais;
  • • Hormônio tireotrófico (TSH), que atua na tireoide;
  • • Hormônio luteinizante (LH) e hormônio folículo-estimulante (FSH), que estimulam os testículos e ovários;
  • • Hormônio do crescimento (GH);
  • • Prolactina.

Além desses, a hipófise armazena dois hormônios que são produzidos no hipotálamo: o hormônio antidiurético (ADH) e a ocitocina.

Cabe ao endocrinologista avaliar a reserva hormonal de cada setor da hipófise, detectar a causa da deficiência e efetuar a reposição do hormonal da maneira adequada.


Por: Dr. Cristiano Barcellos